ACONTECE

A crise é de quê?
  • 21-05-2015
Em tempos de crise econômica, empresas tem em foco a diminuição de custos em áreas muitas vezes vistas como não essenciais ao seu funcionamento.

Enxugar o orçamento onde puder é a ordem do dia até que venham novos tempos de bonança.

Nesse aspecto, o setor jurídico e, principalmente demandas judiciais que envolvam risco de perdas financeiras, são vistas como um passivo da empresa, e empurradas indefinidamente para debaixo do tapete para solução futura.

Todavia, a solução de pendências judiciais em momentos de crise econômica pode ser uma saída inteligente e benéfica, além de, por paradoxal que seja, ser uma chance de conseguir bons resultados financeiros.

Com efeito, em épocas nas quais a circulação monetária é escassa, a solução de processos pode gerar para a parte credora a sensação de que mesmo com uma proposta abaixo do valor real envolvido, há um ganho.

Já para a parte que dispenderá valores, a solução de problemas com dispensa de quantias e esforços menores do que o ordinário causa economia em patamares que em outros tempos talvez não pudesse ser alcançada.

Por isso, adiar a tomada de decisões sobre pendencias judiciais com reflexos econômicos pode não ser a melhor saída.

Não podemos deixar que a crise econômica se transforme em uma crise de indefinição, e a elaboração de uma proposta de solução em processos em andamento pode significar um ganho para ambas as partes litigantes.

Contar com profissionais da área jurídica responsáveis e que visem a solução do problema, mesmo em tempos difíceis, pode ser o primeiro passo para a saída de um cenário desfavorável economicamente.

Assim, faz bem à saúde financeira da empresa resolver pendências judiciais, principalmente em momentos nos quais é necessário se desfazer de cargas que não agregam valor à atividade econômica.
Autor: Luiz Pinheiro de Camargo Neto

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​Escanhoela Advogados Associados - EAA tem sua história vinculada há décadas com a atividade forense, cujo início remonta ao ano de 1949 quando o patriarca da família, Lázaro Paulo Escanhoela, iniciou suas atividades como funcionário do Fórum da Comarca de Piedade.

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